sábado

Erick Flores lembra de quando enfrentava o rival nas divisões de base



Com tantas suspensões e precauções, o Flamengo acabará entrando com um time desfigurado no Fla-Flu. Mas, ao mesmo tempo, cheio de jogadores da base. Ao todo, serão cinco rubro-negros formados no clube começando o clássico contra o rival como titulares: o goleiro Diego, o zagueiro Welinton, Jônatas, Egídio e Erick Flores.

Este último, inclusive, é um bom exemplo de como essa rivalidade entre os dois clubes acontece desde a base. O meia-atacante, de 19 anos (fará 20 no dia 30), cultiva sadia disputa pessoal com o tricolor Tartá.

– Ele é parceiro. Jogo contra ele desde o mirim e sempre tivemos uma amizade fora de campo. Ainda não liguei pra ele para parabenizálo pelos gols contra o Madureira.

Mesmo podendo enfrentá-lo neste domingo, vou ligar para dar moral - brinca, para depois falar sobre quem leva a melhor no duelo.

– Eu já conquistei três títulos em cima dele. Mas já perdi uma semifinal para o Flu. Essa rivalidade na base é sadia. O legal é ver que tanto lá como aqui o pessoal está chegando ao profissional, o que é um grande passo na carreira – diz Erick.

Quem também tem boas lembranças é o zagueiro Welinton, substituto de Fábio Luciano.

– Teve um Fla-Flu na Gávea que estava 0 a 0 e, aos 38 minutos do segundo tempo, eu fiz o gol da vitória – contou o zagueiro, feliz por disputar o clássico pelo profissional.

– Sempre quando você está na base você sonha em jogar num Maracanã lotado – afirmou.

[Ag. Fla]

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